Este panfleto foi gentilmente (digitalizado) e cedido pela mais recente brióloga anglo-lusa do condado e anda a ser distribuído pelas caixas de correio de Inglaterra como um serviço à sociedade combalida por estes terríveis seres que são os musgos!
Engraçada a parte de apresentar os fundamentos ecológicos das razões que levam a aparecer os musgos e por tal, não deixa de ser didático.
Dizem que é a nova obsessão inglesa, os relvados moss-free!
Gosto do documentário que aparece aí em baixo. Porque embora se assista a uma espécie de liquenicídio à escala local, sabe bem ver noutras pessoas o reconhecimento da importância dos líquenes. E porque é difícil evitar sorrir perante los hombres y sus colaboradores quadrúpedos (...)
Uma das espécies em destaque é Pseudevernia furfuracea, que se distingue bem pelo contraste entre o tom cinzento da página superior e o negro acastanhado da inferior. Merece todo o nosso respeito, não só por ter privado com as entranhas dos faraós do antigo Egipto, mas também por desempenhar um papel activo na luta contra o cheiro sempre fétido da humanidade. Uma sobrevivente, portanto.
Da última verz que conferi este tipo de anéis tinham uma função violenta, mas não há nada que o musgo não amoleça (inclusivé os espíritos mais vilões....)
"How fashiionable is that?" http://www.inhabitat.com/2008/09/17/growing-jewelry-icelandic-moss-rings/
Quem lida com criptogâmicas está habituado a encurtar as distâncias. Porque a sua voz é pequenina, húmida e verde, como a do buxo. Cheguem-se então mais perto. Queremos falar ao ouvido.